Em minhas buscas por material que discutisse a construção de artigos encontrei o blog de Stephen Kanitz, colunista da Veja. No texto intitulado "Como escrever um bom artigo" ele dá lições fundamentais para quem faz do exercício da escrita uma profissão - ou um hobby. Considero uma leitura indispensável para os futuros jornalistas.
Encontrei também uma apresentação (Do texto dissertativo ao artigo de opinião) em slide no AuthorStream bastante interessante. É assinada por "valeriapreta". Não tem referência nenhuma sobre quem é essa pessoa. Na apresentação não consta também a fonte bibliográfica. De qualquer forma, vale a penna conferir.
Tenham uma boa leitura. Até mais.
Cícero Félix
Estou a pensar.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Aula sobre internet
O slide abaixo foi usado em uma aula da disciplina de Novas Tecnologias de Comunicação e Informação. Trata-se da criação da internet.
O surgimento da internet
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
Redes sociais na educação
Louvável a iniciativa do Ministério da Educação de Portugal, que lançou no final de 2008 um livro digital (e-book) com experiências e orientação da utilização de várias ferramentas da web 2.0 na educação. Vale a pena conferir e tê-lo em sua estante virtual. Indico para todos os meus colegas professores. O arquivo tem pouco mais de 10Mb.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Material de estudo sobre webjornalismo
Pessoal, neste link http://www.4shared.com/file/hM7NeKc9/Textos_de_Luciana_Moherdaui_e_.html você vai baixar dois arquivos de Luciana Moherdaui ("Jornalismo baseado em Tags" e "A composição da página noticiosa nos jornais digitais: o estado da questão") e o e-book de Steven Johnson, "Cultura da interface -Como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar". São ótimos textos para se compreender melhor sobre a estrutura, navegação e interatividade na internet nos dias atuais. Boa leitura!
quarta-feira, 31 de março de 2010
No meio da notícia há algo mais
Desde o dia 8 de fevereiro tenho levado várias discussões sobre a cultura das mídias e os “efeitos de poder sob a máscara do saber” ao 3º período de jornalismo, da Faculdade São Francisco de Barreiras.
Inicialmente trabalhamos o texto “Cultura das mídias”, do livro homônimo de Lúcia Santaella. A autora aborda o assunto pelo viés semiótico. Suas justificativas são consistentes (a simbologia comunicacional produz sentido), mas não estanques. Em seguida, a informação é colocada como elemento substancial para o processo comuncicativo.
Várias discussões são apresentadas: o resíduo informacional que escapa ao controle dos agentes envolvidos na comunicação; a falsa ideia de homogeneidade da massa; a rede entre as mídias; a provisoriedade do conteúdo das mídias em oposição à durabilidade das culturas; o formato e o tempo da notícia em cada veículo e o intercâmbio do meio; a linguagem e a interatividade da mídia.
Encerrado o estudo sobre o texto de Santaella, partimos para “O que quer dizer informar”, capítulo do livro “Discurso das Mídias”, de Patrick Charaudeau. Logo no início, o autor define informação e traça um gráfico sobre seu processo de transmissão. Problemas com relação à fonte, à instância midiática e ao receptor são apontados.
Como o discurso é o efeito de sentido entre os sujeitos, conforme definição de Pêcheux, Charaudeau se interroga sobre a mecânica da construção do sentido e a natureza do saber (saberes de conhecimento, saberes de crenças e as representações que constituem e organizam o real). O texto segue com definições sobre efeitos de verdade e valor de verdade e questiona: Por que informar?, Quem informa?, Com que provas?
Esses dois textos, indiscutivelmente, não dão conta de explicar por que as notícias são como são e os possíveis sentidos e efeitos produzidos por elas. Mas sinalizam para uma série fenômenos, causas e conseqüências embutidas na falsa transparência e evidência midiáticas.
Por isso, solicitei aos alunos um análise de uma notícia - quer seja de rádio, televisão, jornal impresso ou internet - a partir desses dispositivos teóricos estudados até então. Vai ser um ótimo exercício. O material deve ser entregue até o dia 15 de abril. Apresento o resultado depois.
Inicialmente trabalhamos o texto “Cultura das mídias”, do livro homônimo de Lúcia Santaella. A autora aborda o assunto pelo viés semiótico. Suas justificativas são consistentes (a simbologia comunicacional produz sentido), mas não estanques. Em seguida, a informação é colocada como elemento substancial para o processo comuncicativo.
Várias discussões são apresentadas: o resíduo informacional que escapa ao controle dos agentes envolvidos na comunicação; a falsa ideia de homogeneidade da massa; a rede entre as mídias; a provisoriedade do conteúdo das mídias em oposição à durabilidade das culturas; o formato e o tempo da notícia em cada veículo e o intercâmbio do meio; a linguagem e a interatividade da mídia.
Encerrado o estudo sobre o texto de Santaella, partimos para “O que quer dizer informar”, capítulo do livro “Discurso das Mídias”, de Patrick Charaudeau. Logo no início, o autor define informação e traça um gráfico sobre seu processo de transmissão. Problemas com relação à fonte, à instância midiática e ao receptor são apontados.
Como o discurso é o efeito de sentido entre os sujeitos, conforme definição de Pêcheux, Charaudeau se interroga sobre a mecânica da construção do sentido e a natureza do saber (saberes de conhecimento, saberes de crenças e as representações que constituem e organizam o real). O texto segue com definições sobre efeitos de verdade e valor de verdade e questiona: Por que informar?, Quem informa?, Com que provas?
Esses dois textos, indiscutivelmente, não dão conta de explicar por que as notícias são como são e os possíveis sentidos e efeitos produzidos por elas. Mas sinalizam para uma série fenômenos, causas e conseqüências embutidas na falsa transparência e evidência midiáticas.
Por isso, solicitei aos alunos um análise de uma notícia - quer seja de rádio, televisão, jornal impresso ou internet - a partir desses dispositivos teóricos estudados até então. Vai ser um ótimo exercício. O material deve ser entregue até o dia 15 de abril. Apresento o resultado depois.
terça-feira, 30 de março de 2010
Circulação, consumo e efeitos das notícias
Nas minhas incansáveis pesquisas para tentar compreender esse universo de comunicação, encontrei o texto "Construindo uma Teoria Multifactorial da Notícia como uma Teoria do Jornalismo", de Jorge Pedro Sousa, da Universidade Fernando Pessoa. Trata-se de uma rápida (mas não menos profunda) reflexão que se propõe a encontrar respostas para duas perguntas no mínimo provocantes:
• Por que é que as notícias são como são e por que é que temos as notícias que temos (circulação)?
• Quais os efeitos que as notícias geram?
Se há uma resposta estanque ou várias a cada uma das perguntas, não é o caso. O que importa é que nunca é demais se debruçar sobre aquilo que está além da materialidade linguística do jornalismo. Afinal, estamos sempre além daquilo que imaginamos e aquém daquilo que presumimos ser. Tenham uma boa leitura.
• Por que é que as notícias são como são e por que é que temos as notícias que temos (circulação)?
• Quais os efeitos que as notícias geram?
Se há uma resposta estanque ou várias a cada uma das perguntas, não é o caso. O que importa é que nunca é demais se debruçar sobre aquilo que está além da materialidade linguística do jornalismo. Afinal, estamos sempre além daquilo que imaginamos e aquém daquilo que presumimos ser. Tenham uma boa leitura.
quinta-feira, 25 de março de 2010
10 anos do "Jornalistas da Web"
Site brasileiro especializado na cobertura do jornalismo digital completa uma década com um lançamento do e-book "Jornalistas da Web - Os primeiros 10 anos". Vale a pena conferir. Vale a pena refletir sobre o futuro do profissional jornalista diante dos constantes e acelerados desafios das novas tecnologias.
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